Sunday, October 28, 2007
Thursday, January 11, 2007
Wednesday, November 22, 2006
Tuesday, November 21, 2006
E os acentos no Apple?
Ol[a,
[e estranho escrever de um computador sem o teclado pard'ao. Voc:e acaba clicando nos acentos, meio que por in[ercia, e quando l:e o que escreveu se d[a conta dos erros que cometeu.
Come;o a pensar nos japoneses. Ser[a que o teclado deles [e feito com ideogramas?
Por isso que eles est;ao sempre rindo...
At[e hoje acham gra;a na palha;ada que [e o teclado de um computador japon:es. Eles olham praquilo e come;am a rir...n'ao acreditam que aquilo seja s[erio.
Quando tinha aulas de gram[atica italiana na terceira s[erie ficava me perguntando o que eles queriam com esse acento ` . Pra tr[as?!
J[a n'ao basta acento normal e todo o dific[limo uso das "doppie" e ainda querem outro?
Komesso a gostar da molekada que escreve axim e naum do jeitu certo.
Esses n;ao v;ao ter que se preocupar se o teclado [e gringo e se tem os acentos no lugar.
S[o n;ao me venham com ideogramas, por favor. At[e porqu:e duvido que existam num teclado japon:es as teclas que dizem "cala a boca e vai dormir, cara".
[e estranho escrever de um computador sem o teclado pard'ao. Voc:e acaba clicando nos acentos, meio que por in[ercia, e quando l:e o que escreveu se d[a conta dos erros que cometeu.
Come;o a pensar nos japoneses. Ser[a que o teclado deles [e feito com ideogramas?
Por isso que eles est;ao sempre rindo...
At[e hoje acham gra;a na palha;ada que [e o teclado de um computador japon:es. Eles olham praquilo e come;am a rir...n'ao acreditam que aquilo seja s[erio.
Quando tinha aulas de gram[atica italiana na terceira s[erie ficava me perguntando o que eles queriam com esse acento ` . Pra tr[as?!
J[a n'ao basta acento normal e todo o dific[limo uso das "doppie" e ainda querem outro?
Komesso a gostar da molekada que escreve axim e naum do jeitu certo.
Esses n;ao v;ao ter que se preocupar se o teclado [e gringo e se tem os acentos no lugar.
S[o n;ao me venham com ideogramas, por favor. At[e porqu:e duvido que existam num teclado japon:es as teclas que dizem "cala a boca e vai dormir, cara".
Monday, November 20, 2006
Backstage!

Em uma sala me puseram. As marcas e manchas no carpete acusam que alí existiu há pouco um provisório amontoado de mesas e cadeiras...soube também que quase nada se fazia por alí.
Uma empresa-formigueiro. Mais de 800 atendentes de telemarketing. Apenas um mágico e 3 horas para atender a todos.
Malditos!
"Senhor, só mais um minuto. Estamos com uma pequena instabilidade no sistema."
- MUDO / EM ESPERA
"Vai lá mágico! Deixa eu ver essa com a carta!"
Da próxima vez que te colocarem em espera, suspeite de um clown ou de escultuor de bexigas do outro lado da linha.
De volta pro meu triste e pálido camarim.
Cara, que calor!
Que virada!
Da publicidade pra engenharia em 2 passos:
- perca o emprego na área da publicidade
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Eu garanto!
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Wednesday, December 14, 2005
Dois filhos da puta, isso sim...
Hoje foi uma noite engraçada.
Minha irmã, que acabou de voltar da Itália, me pediu pra acompanhá-la numa noite de Jazz italiano. Já que iria ter "stocafisso" na minha casa, e eu acho bacalhau uma bosta, peguei meus habituais cigarros, a fina carteira e fui pro Bleeker St ouvir um pouco de jazz italiano.
Expliquei pra minha irmã que Jam Session vem de quando os músicos negros americanos só podiam tocar o puteiro no palco após a meia noite - antes disso era pra tocar bonitinho - e faziam então os famosos Jazz After Midnight, daí o JAM. Contei pra ela isso com o ar de quem entende muito de Jazz; só me faltou um cabelo grisalho comprido, preso com rabo de cavalo, pra ser quase um Pat Metheny...longe disso. É o som que mais gosto mas me limito às notas, sem me interessar muito pelos fatos.
Enfim, sobem ao palco os tais italianos.
Um tocava sax e o outro um modelo antigo de sanfona, cujo nome era um misto entre acordeon e algo impronunciável, que certamente não me arriscarei a escrever.
O que aqueles dois faziam definitivamente não era jazz!
E não os estou enaltecendo, pelo contrário. Que merda de som era aquele, afinal!?
Em alguns momentos até dava para TENTAR pegar o ritmo deles no pé, ou quem sabe embalar um leve up & down com a cabeça. Mas um após o outro, na platéia, íamos desistindo de acompanhar e passamos a penar e perecer diante daquele misto de música folk da Sardegna e new-jazz de vanguarda.
A noite passou bem com algumas cervejas. Minha irmã fez a social que tinha que fazer com os organizadores (ela estava a trabalho) e eu paguei a conta antes pra não ter que encarar aquela fila repleta de gente decepcionada. Havia se instaurado um tédio mortal naquele lugar e eu definitivamente tinha de sair de lá.
Finalmente estava do lado de fora. Não fosse o bastante aquele ar úmido e intelectualóide da Vila Madalena, ou Vila Madá como odeio ouvir dizer, ainda tive que dar de cara com os dois músicos italianos, empolgadíssimos na calçada esburacada da fama. Tinham arrumado as meninas mais feinhas do bar (dentre as 8 com menos de 60 anos), cumprindo assim a meta de todo gringo que chega no Brasil.
Engraçado como todo italiano se empolga quando vem pra cá.
No fundo tudo é muito simples: suba num palco, peide no microfone e pronto, hoje você trepa.
Enquanto eles iam trepar eu ia pra casa com minha irmã mais velha.
Antes de chegar lá, porém, decidi que ela precisava assitir "Dois Filhos de Francisco". Eu tinha visto no cinema com minha namorada. Tinha ido por curiosidade, por gostar de cinema e principalmente por botar fé na Conspiração Filmes, que produziu também o Mandrake da HBO, que reconheçam, é um teso.
Já que com onze anos eu era metaleiro, obviamente música sertaneja era uma cruz para mim. Eu rezava Children of The Damned e dormia ouvindo Future World, por Satã! Mas estou crescido, por Deus! Um filme daqueles não iria me machucar e tinha muita gente dizendo que era bom.
Chorei feito uma criança, como metade do cinema.
Passei no Extra da Marginal. Comprei o DVD. Passei no Atendimento ao Cliente. Exigi o meu boné do filme. Continuei indo pra casa. Assisti o filme com ela. Chorei de novo, em companhia.
Posto a minha primeira vergonhosa confissão, até porque ninguém lê esse blog mesmo: baixei duas músicas deles no meu computador.
Amanhã cedo vou ligar o iTunes e ouvir "No dia em que eu saí de casa". Quero sair de casa inspirado.
A históra daqueles dois é foda.
E olha que pra fazer um metaleiro chorar e ouvir sertanejo, não basta ser dois filhos de Francisco. Têm de ser dois grandíssimos filhos da puta, isso sim....
Minha irmã, que acabou de voltar da Itália, me pediu pra acompanhá-la numa noite de Jazz italiano. Já que iria ter "stocafisso" na minha casa, e eu acho bacalhau uma bosta, peguei meus habituais cigarros, a fina carteira e fui pro Bleeker St ouvir um pouco de jazz italiano.
Expliquei pra minha irmã que Jam Session vem de quando os músicos negros americanos só podiam tocar o puteiro no palco após a meia noite - antes disso era pra tocar bonitinho - e faziam então os famosos Jazz After Midnight, daí o JAM. Contei pra ela isso com o ar de quem entende muito de Jazz; só me faltou um cabelo grisalho comprido, preso com rabo de cavalo, pra ser quase um Pat Metheny...longe disso. É o som que mais gosto mas me limito às notas, sem me interessar muito pelos fatos.
Enfim, sobem ao palco os tais italianos.
Um tocava sax e o outro um modelo antigo de sanfona, cujo nome era um misto entre acordeon e algo impronunciável, que certamente não me arriscarei a escrever.
O que aqueles dois faziam definitivamente não era jazz!
E não os estou enaltecendo, pelo contrário. Que merda de som era aquele, afinal!?
Em alguns momentos até dava para TENTAR pegar o ritmo deles no pé, ou quem sabe embalar um leve up & down com a cabeça. Mas um após o outro, na platéia, íamos desistindo de acompanhar e passamos a penar e perecer diante daquele misto de música folk da Sardegna e new-jazz de vanguarda.
A noite passou bem com algumas cervejas. Minha irmã fez a social que tinha que fazer com os organizadores (ela estava a trabalho) e eu paguei a conta antes pra não ter que encarar aquela fila repleta de gente decepcionada. Havia se instaurado um tédio mortal naquele lugar e eu definitivamente tinha de sair de lá.
Finalmente estava do lado de fora. Não fosse o bastante aquele ar úmido e intelectualóide da Vila Madalena, ou Vila Madá como odeio ouvir dizer, ainda tive que dar de cara com os dois músicos italianos, empolgadíssimos na calçada esburacada da fama. Tinham arrumado as meninas mais feinhas do bar (dentre as 8 com menos de 60 anos), cumprindo assim a meta de todo gringo que chega no Brasil.
Engraçado como todo italiano se empolga quando vem pra cá.
No fundo tudo é muito simples: suba num palco, peide no microfone e pronto, hoje você trepa.
Enquanto eles iam trepar eu ia pra casa com minha irmã mais velha.
Antes de chegar lá, porém, decidi que ela precisava assitir "Dois Filhos de Francisco". Eu tinha visto no cinema com minha namorada. Tinha ido por curiosidade, por gostar de cinema e principalmente por botar fé na Conspiração Filmes, que produziu também o Mandrake da HBO, que reconheçam, é um teso.
Já que com onze anos eu era metaleiro, obviamente música sertaneja era uma cruz para mim. Eu rezava Children of The Damned e dormia ouvindo Future World, por Satã! Mas estou crescido, por Deus! Um filme daqueles não iria me machucar e tinha muita gente dizendo que era bom.
Chorei feito uma criança, como metade do cinema.
Passei no Extra da Marginal. Comprei o DVD. Passei no Atendimento ao Cliente. Exigi o meu boné do filme. Continuei indo pra casa. Assisti o filme com ela. Chorei de novo, em companhia.
Posto a minha primeira vergonhosa confissão, até porque ninguém lê esse blog mesmo: baixei duas músicas deles no meu computador.
Amanhã cedo vou ligar o iTunes e ouvir "No dia em que eu saí de casa". Quero sair de casa inspirado.
A históra daqueles dois é foda.
E olha que pra fazer um metaleiro chorar e ouvir sertanejo, não basta ser dois filhos de Francisco. Têm de ser dois grandíssimos filhos da puta, isso sim....



